ADENDA
Ainda sobre esta questão do controlo sobre as despesas do Estado, existem algumas coisas que eu considero vitais:
1) diminuição do número de deputados para metade e implementação dos círculos uninominais;
2) consequente diminuição do número de ministros, secretários de estado, assessores, secretárias e adjuntos;
3) implementação imediata (sem referendo) da Regionalização, pondo fim a um sem número de serviços que deveriam ser extintos ou então reenquadrados;
4) revisão administrativa do país em larga escala: 306 municípios são um excesso! 200 seriam suficientes! Reorganização sustentada, dado que existem concelhos com 10.000 eleitores e freguesias (como o Cacém) com quase 300.000;
5) alteração do modus operandi dos municípios, terminando os actuais executivos camarários, elaborados com o Método de Hondt, existindo apenas a eleição para a Assembleia Municipal, que depois empossaria um executivo de 3 a 9 pessoas do partido vencedor, sendo que as assembleias municipais teriam mais poderes;
Muitos problemas das contas públicas estão no Governo, mas o problema essencial não passa só por aí! As câmaras municipais são um mundo imenso, onde os interesses são muito superiores, onde o "favor" e a "cunha" são diários! A verdadeira reforma do Estado tem que passar, obrigatoriamente, pelas autarquias e pelo plano administrativo do país! Mesmo que depois surjam os casos como Canas de Senhorim, mesmo que nenhum Governo (depois de implementadas estas medidas) volte a ganhar eleições durante uns anos! Todos temos raízes e estimamos a nossa terra, mas existem valores mais importantes, como o bem-estar do país e de todos os portugueses!
Em política deveria ser esta a lista de prioridades:
1º as pessoas
2º o país
3º a ideologia (e sempre em último lugar!!!)
Sem subversões, sem utopias. Foi isto que me afastou da política quando fui deputada municipal: a incapacidade dos políticos se unirem em torno de causas, independentemente das suas cores partidárias ou dos seus interesses pessoais!
P.S. - Isto já andava aqui atravessado há uns tempos!
1) diminuição do número de deputados para metade e implementação dos círculos uninominais;
2) consequente diminuição do número de ministros, secretários de estado, assessores, secretárias e adjuntos;
3) implementação imediata (sem referendo) da Regionalização, pondo fim a um sem número de serviços que deveriam ser extintos ou então reenquadrados;
4) revisão administrativa do país em larga escala: 306 municípios são um excesso! 200 seriam suficientes! Reorganização sustentada, dado que existem concelhos com 10.000 eleitores e freguesias (como o Cacém) com quase 300.000;
5) alteração do modus operandi dos municípios, terminando os actuais executivos camarários, elaborados com o Método de Hondt, existindo apenas a eleição para a Assembleia Municipal, que depois empossaria um executivo de 3 a 9 pessoas do partido vencedor, sendo que as assembleias municipais teriam mais poderes;
Muitos problemas das contas públicas estão no Governo, mas o problema essencial não passa só por aí! As câmaras municipais são um mundo imenso, onde os interesses são muito superiores, onde o "favor" e a "cunha" são diários! A verdadeira reforma do Estado tem que passar, obrigatoriamente, pelas autarquias e pelo plano administrativo do país! Mesmo que depois surjam os casos como Canas de Senhorim, mesmo que nenhum Governo (depois de implementadas estas medidas) volte a ganhar eleições durante uns anos! Todos temos raízes e estimamos a nossa terra, mas existem valores mais importantes, como o bem-estar do país e de todos os portugueses!
Em política deveria ser esta a lista de prioridades:
1º as pessoas
2º o país
3º a ideologia (e sempre em último lugar!!!)
Sem subversões, sem utopias. Foi isto que me afastou da política quando fui deputada municipal: a incapacidade dos políticos se unirem em torno de causas, independentemente das suas cores partidárias ou dos seus interesses pessoais!
P.S. - Isto já andava aqui atravessado há uns tempos!
5 Comentários:
Assino. E concordo ;).
Pois, Alma... falta é a coragem política...
Andreia: nesse campo a minha visão é mais pessimista, até porque a História repete-se e o que se augura não é nada bom...
concordo com o que disseste, mas é discutível...Olha que quem acredita em idealogias é pq pensa que estas servem o melhor interesse e as necessidades das pessoas.
Ps: já agora fiquei curiosa foste deputada municipal? pq partido? tenho uma suspeita, fiquei curiosa.. Não desistas eu percebo perfeitamente o que dizes importante e sempre fazer algo por aquilo em que acreditamos
Pequenos: as ideologias existem para servir as pessoas, mas não passam de ideologias e desse ponto até à prática vai uma distância enorme e um outro factor: o Homem. As ideologias são teorias que, quando aplicadas, falham. Porque são visões estruturais e tem que se saber adaptar às conjunturas, logo serem moldáveis, adaptáveis. Tens o exemplo da caminhada para o Socialismo russo... o caminho até lá (sem se ter chegado "lá")levou a 40 milhões de mortes...
Apoio e admiro quem tem ideologias e as defende. Abomino que apenas as defende sem colocar os pés na realidade.
Daí eu ter as minhas prioridades definidas da forma como as apresentei. ;) Porque, acima do meu partido estão as pessoas e a minha terra, nem que para isso eu tenha que fazer o mesmo que o Daniel Campelo com o orçamento do queijo limiano! O que é facto é que Ponte de Lima tem todas as infraestruturas e a qualidade de vida que não tinha...
P.S. - Eu não desisti. Apenas trilho a minha cidadania de outra forma, porque nada se esgota nos "cargos" políticos.
E qual é a tua suspeita? :)
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